Nelson Costa já era!postado em: Nelson Costa
Com o Professor N.T. Wright.postado em: Nelson Costa
Transform Northeast Gathering.postado em: Nelson Costa
“O que aconteceria se o Coiote capturasse o Papa-léguas? Quais são as opções que o Coiote tem?”
Tivemos um bom bate-papo hoje sobre o futuro da fé na sociedade. Conseguimos ver a luz, ou conseguimos ver o que a luz ilumina? O que permite vermos?
Peter Rollins dirigiu uma excelente palestra sobre a Quaresma. Mais uma excelente noite entre amigos !
Love Wins Lecture – Rob Bell.postado em: Nelson Costa
Com a família Campolo.postado em: Nelson Costa
Os mitos do Ano Bom são como leite materno para as crianças primitivas escondidas no homem pretensamente civilizado de agora. Der Leeuw não se enganou ao dizer que “conhecer o mito é conhecer a vida”. E a vida é também essa atração pela renovação do fogo sagrado, pela purificação das faltas e pela expulsão do mal, bem como essa vontade de celebrar e subverter, por instantes, a ordem normal das nossas rotinas, numa visita criativa e momentânea, embora inofensiva ao caos primitivo.
Todo recomeço, afirma Mircea Eliade, é um “illud tempus”, uma abertura sobre a eternidade. Logo, diante da oportunidade da abertura de 2011, podemos utilizar dos fatos, das desilusões, das novas descobertas e dos desafios que um dia serviram como expectativas de um momento na eternidade, para relembrarmos que no final de tudo, o recomeço sempre está disponível.
Diante desse recomeço, posso dizer que o meu passado – 2010 – diante do eterno, foi enriquecido com fatos que gostaria de registrá-los aqui diante de seus últimos suspiros :
- Fato do ano : A histórica descoberta alienígena da Nasa. Acredito que veremos o inimaginável num futuro muito próximo.
-Tristeza do ano : O derramamento de óleo no Golfo do México. E principalmente o terremoto no Haiti.
-Livro do ano : Gostaria de nominar as Escrituras Sagradas, pois gastei um memorável tempo com elas esse ano. Mas não posso deixar de falar do maravilhoso manuscrito de Slavoj Zizek: “Living in the End Times”.
-Filme do ano : Indiscutivelmente ” Inception “. Com o ator norte-americano Leonardo DiCaprio. O que é real?
-Documentário do ano : Aparentemente, 2010 foi um ano excelente em se tratando de documentários. Particularmente, posso dizer que “Waiting for the Superman” ( Esperando pelo Super-homem) me chamou à responsabilidade.
-Ação inovadora do ano: Steve Jobs e seu novo brinquedo Ipad. Mais do que recomendável. Aquisição obrigatória.
Respondendo ao desafio do Nelson Costa, por ocasião do início das festividades de lançamento do excelente livro que ele escreveu com esse título, aí vai o conjunto de palavras desencontradas que consegui juntar, embora não tenha a lucidez e capacidade do Nelson para dar alguma coesão a elas:
Minha impressão mais presente me diz que o cristianismo perde o sentido, para mim e para você, quando ele destoa da imagem de Cristo que construímos ao longo de nossas vidas. Sendo assim, poderíamos arriscar dizer que se houver no mundo dois bilhões de cristãos, muito provavelmente, haverá um número igual de cristianismos.
Quando dava aulas de teologias em nossos seminários vagabundos, que não passavam de choupanas no meio de florestas (se comparados aos castelos medievais da América do Norte e Europa), em território paulistano, ao ouvir um aluno mencionar a palavra cristianismo, automaticamente, perguntava de que cristianismo ele estaria falando, do Papa, de Lutero, Calvino, Dr. Shedd, o meu ou o dele. Na verdade, ousaria dizer que o único cristianismo capaz de fazer sentido para qualquer um de nós, é o nosso. Entretanto, quase sempre isso não acontece porque nós não conseguimos fazer sentido e muito menos dar algum sentido ao nosso cristianismo ou ao resto de nossas crenças.
Indicação de Gustavo K-fé.
Para além da Cristandade.
“[Para além da cristandade,] há uma religião verdadeiramente cristã, sem dogmas (Deus, o chamamos pai, mas podemos também chamá-lo mãe; os padres são homens, mas poderiam ser também mulheres), fundada na fé e na esperança de que com a caridade se realiza verdadeiramente o reino de Deus, começando por este mundo. [...] O verdadeiro ecumenismo cristão se realizará quando o próprio cristianismo compreender que deve abater as barreiras que ele mesmo criou – e que o pontificado atual parece querer cada vez mais solidificar: aqui nós, cristãos, lá, o Islã malvado; aqui os normais, lá, os gays e os diferentes. A tarefa dos cristãos não é converter os outros e fazêlos tornarem-se como nós; mas começar a liquidar a própria (pretensão de) identidade, para acolher a todos.” (Vattimo, in “O cristianismo e a ultramodernidade”, IHU on-line, citado no artigo “O cristianismo não-religioso de Bonhoeffer e Vattimo”, por Suzel Tunes ).
Quando o Cristianismo não faz sentido – Antiópio 1.
Quando o Cristianismo não faz sentido – Antiópio 2.












