Para muitas pessoas religiosas, a questão popular “O que faria Jesus?”, é essencialmente o mesmo que, “O que eu faria?”. Diante disso, Nicholas Epley, da Universidade de Chicago nos USA, decidiu pesquisar essa idéia através de um intrigante e controverso experimento. Através da manipulação psicológica e cérebro-exploração, ele descobriu que quando os americanos religiosos tentam inferir a vontade de Deus, eles praticamente inferem suas próprias crenças pessoais.
Estudos psicológicos comprovam que, quando se trata sobre a questão da fé, as pessoas são egocêntricas. Elas usam suas próprias crenças como ponto de partida. Epley constatou que o mesmo processo ocorre quando as pessoas tentam adivinhar a mente de Deus. As opiniões e atitudes no final, são reflexos das crenças que cada indivíduo tem. “As mesmas partes do cérebro humano que definem as crenças, são as mesmas partes que definem a vontade de Deus”, disse Epley.


